O amor, ele veio junto desta primavera de 2018, que infelizmente - ou felizmente - faz desabrochar aqui apenas algumas flores entre ipês brancos e amarelos. O amor, ele veio em forma de esperança "em aberto", perto, tímido e misterioso, em um ambiente onde eu não acreditava existir.
O amor veio e me trouxe um fôlego, uma paixão há muito adormecida e um desejo diferente daquele o qual eu costumo lutar contra. Parece coisa de vida real, porque esse amor veio contrariando ficções, romances e dramas, e me acertou em cheio com sua verdade.
Este amor que veio, e que, por enquanto, dura mais que o florescer de ipês brancos e amarelos, me trouxe a um espaço paralelo que, vivido de perto, faz-me acreditar que realizar os sonhos ainda é possível. É este, aquele amor que faz você olhar o cenário atual do que vemos na tela luminosa e dizer: me deixe ser um pouco egoísta e ignorar o caos aqui debaixo da coberta com você.
Este amor que chegou, trouxe também paz, serenidade e - não minto - a vontade de lutar mais pelo que busco, pelo que de fato sou capaz. Este amor que chegou, na minha vigésima sétima primavera, pasme, sempre esteve aqui, mas que se faz completo e inteiro, agora que estou junto a ti.
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
sábado, 28 de julho de 2018
Possessão
Hoje fui inundado de energias negativas de uma forma tão pesada que estranhei. Um sábado comum, de plantão em casa, escrevendo para o jornal que trabalho, bem alimentado, com (pouco) dinheiro na conta, mediamente seguro, enfim, nada expoente a reclamar, mas totalmente insatisfeito.
Totalmente de uma forma que nunca imaginei estar. Além de estar inundado por essa depressão súbita, me veio questionamentos infindáveis. O principal deles, que fiquei pensando durante todo dia: o que é que vai ser de mim, que visivelmente não faço nada perfeitamente bem e não tenho o mínimo de vontade em fazer.
É tudo mediano. É tudo medíocre.
No trabalho, se eu levar nas coxas, vou definhar até me demitirem como aconteceu diversas vezes. Se tentar o meu melhor, coisa que não quero, vou ser barrado pelo ego alheio como fui diversas vezes.
Em casa, se decidir morar só terei o dobro de contas a pagar. Se manter como está, sinto que vou surtar ao continuar dividindo meu lar.
Vida amorosa. Essa não existe. Eu nem sei mais o que se apaixonar e não saio com alguém com quem eu não vá transar logo no primeiro dia e, provavelmente, descartar depois.
Eu não choro essa angustia que mora em meu peito já faz anos. Não sei o que houve. Também não sinto que sei amar mais. Não sei mais amar.
Eu suplico que seja apenas uma fase, pois nem sempre me sinto assim. Caso contrario já o teria escrito como fiz outras vezes, mas não como dessa vez.
Eu quero meu otimismo de volta, minha força de vontade e mais. Eu não sei o que fazer por não querer fazer tudo o que tenho feito ultimamente.
Me sinto possuído por quem não sou.
Deus, me ajuda!
Totalmente de uma forma que nunca imaginei estar. Além de estar inundado por essa depressão súbita, me veio questionamentos infindáveis. O principal deles, que fiquei pensando durante todo dia: o que é que vai ser de mim, que visivelmente não faço nada perfeitamente bem e não tenho o mínimo de vontade em fazer.
É tudo mediano. É tudo medíocre.
No trabalho, se eu levar nas coxas, vou definhar até me demitirem como aconteceu diversas vezes. Se tentar o meu melhor, coisa que não quero, vou ser barrado pelo ego alheio como fui diversas vezes.
Em casa, se decidir morar só terei o dobro de contas a pagar. Se manter como está, sinto que vou surtar ao continuar dividindo meu lar.
Vida amorosa. Essa não existe. Eu nem sei mais o que se apaixonar e não saio com alguém com quem eu não vá transar logo no primeiro dia e, provavelmente, descartar depois.
Eu não choro essa angustia que mora em meu peito já faz anos. Não sei o que houve. Também não sinto que sei amar mais. Não sei mais amar.
Eu suplico que seja apenas uma fase, pois nem sempre me sinto assim. Caso contrario já o teria escrito como fiz outras vezes, mas não como dessa vez.
Eu quero meu otimismo de volta, minha força de vontade e mais. Eu não sei o que fazer por não querer fazer tudo o que tenho feito ultimamente.
Me sinto possuído por quem não sou.
Deus, me ajuda!
segunda-feira, 28 de maio de 2018
Copas do mundo na minha vida
Engraçado como me lembro das coisas que estava fazendo nas últimas quatro copas do mundo. Eu já vivi seis aliás, mas as duas primeiras não faço ideia de como foi. 2002, 2006, 2010 e 2015, porém, tenho as lembranças bem vagas. É engraçado e curioso porque odeio futebol, mas a energia e paixão do país são tão grandes nessa época, que de certo modo marca.
Nas copas de 1994 e 1998 eu era muito novo. 3 e 7 anos, respectivamente.
Em 2002, com 11 anos, lembro que a escola estadual em que eu estudava em Querência, no Mato Grosso, reuniu os alunos na sala dos professores para assistir um jogo. Eu não via graça, mas não ter aula era agradável. Foi a mesma época também que tive contatos frequentes com estrangeiros que vieram dos EUA visitar o Brasil.
Em 2006, com 15 anos, morando em Vila Rica, também no Mato Grosso, terceira cidade onde morei na vida, lembro da escola particular que eu estudava toda decorada de verde e amarelo. Das lembranças de copa essa é a mais fraca, não sei bem o por quê, mas são memórias rasas.
Em 2010, com 19 anos, morando em Barra do Garças, também no Mato Grosso, na faculdade fazendo jornalismo e já namorando, lembro de estar com amigos num bar falando sobre copa. Também lembro com clareza de decorarmos o apartamento de um dos meus melhores amigos, só pra ver um jogo ou outro. FOi uma das melhores lembranças de copa que tenho e que guardo.
Em 2014, 23 anos, já formado, morando em Goiânia, Goiás. Um adulto, pagando as próprias contas, e namorando outro, lembro de reunir os amigos do dito cujo em seu apartamento. Lembro bem do 7x1 da Alemanha no Brasil, em nosso próprio país. Não é a melhor lembrança, mas é a mais forte, apesar de indiferente.
Chegamos a 2018. Há poucos dias do início da copa, que me marcou nestas últimas quatro edições, vou deixar as expectativas de lado. Acho legal escrever sobre isso. Vamos ver o que acontece agora, com um eu de 27 anos, procurando estabilidade, solteiro e ainda odiando futebol.
Carpe Diem
Nas copas de 1994 e 1998 eu era muito novo. 3 e 7 anos, respectivamente.
Em 2002, com 11 anos, lembro que a escola estadual em que eu estudava em Querência, no Mato Grosso, reuniu os alunos na sala dos professores para assistir um jogo. Eu não via graça, mas não ter aula era agradável. Foi a mesma época também que tive contatos frequentes com estrangeiros que vieram dos EUA visitar o Brasil.
Em 2006, com 15 anos, morando em Vila Rica, também no Mato Grosso, terceira cidade onde morei na vida, lembro da escola particular que eu estudava toda decorada de verde e amarelo. Das lembranças de copa essa é a mais fraca, não sei bem o por quê, mas são memórias rasas.
Em 2010, com 19 anos, morando em Barra do Garças, também no Mato Grosso, na faculdade fazendo jornalismo e já namorando, lembro de estar com amigos num bar falando sobre copa. Também lembro com clareza de decorarmos o apartamento de um dos meus melhores amigos, só pra ver um jogo ou outro. FOi uma das melhores lembranças de copa que tenho e que guardo.
Em 2014, 23 anos, já formado, morando em Goiânia, Goiás. Um adulto, pagando as próprias contas, e namorando outro, lembro de reunir os amigos do dito cujo em seu apartamento. Lembro bem do 7x1 da Alemanha no Brasil, em nosso próprio país. Não é a melhor lembrança, mas é a mais forte, apesar de indiferente.
Chegamos a 2018. Há poucos dias do início da copa, que me marcou nestas últimas quatro edições, vou deixar as expectativas de lado. Acho legal escrever sobre isso. Vamos ver o que acontece agora, com um eu de 27 anos, procurando estabilidade, solteiro e ainda odiando futebol.
Carpe Diem
domingo, 29 de abril de 2018
Quando alguém me notar
Eu acredito que tenho o pé no chão. Eu confio que tenho pensamentos sensatos: Eu penso que tudo que é excessivo, prejudica; tudo que é pouco, precisa ser melhor dosado. Equilíbrio é a palavra, é a regra.
Mas eu vejo que, dentro do convívio na sociedade, é difícil, sim, manter esse equilíbrio. As relações, como dependem dos dois lados, trazem variáveis infinitas entre amor, ódio, construção, destruição, faltas e presenças.
Dentro disso, pelo menos na minha vida, sinto que falta, faltam pessoas e momentos. Isso tudo me leva a dividir as coisas comigo mesmo. É um pouco solitário. Não me sinto sozinho, nem desesperado por companhia. Mas nem tudo são flores.
Eu queria sim, tanto, uma família unida, mais presente, mais colaborativa. Sei que depende de mim também, mas não é suficiente. Nunca é. E quero, sim, um companheiro, alguém para participar comigo das minhas vitórias, dar ombro nas derrotas. Mas precisa ser recíproco.
Amor recíproco deve ser uma das únicas coisas que, ao extremo, não prejudica. Amor, em si, o verdadeiro, em excesso, não deve fazer mal. Acontece que, em mim, transbordo amor, próprio, e para ser compartilhado.
Sei que posso direcionar isso para outros rumos, como praticar o bem visitando asilos, me unindo a projetos que ajudam sem tetos, alimentando pessoas que não tem o que comer. É sério, isso. Mas e minha vontade própria, não conta? É isso, também.
Quando alguém me notar de verdade, e for notado por mim, com reciprocidade, como eu falei, será bom. Não devo ter pressa, tenho tempo, acho eu. Enquanto isso, trabalho, estudo, cozinho, caminho, faço tudo que faria com alguém, por que comigo também vale, e muito. Mas, quando alguém me notar de verdade... Ah!!!
Mas eu vejo que, dentro do convívio na sociedade, é difícil, sim, manter esse equilíbrio. As relações, como dependem dos dois lados, trazem variáveis infinitas entre amor, ódio, construção, destruição, faltas e presenças.
Dentro disso, pelo menos na minha vida, sinto que falta, faltam pessoas e momentos. Isso tudo me leva a dividir as coisas comigo mesmo. É um pouco solitário. Não me sinto sozinho, nem desesperado por companhia. Mas nem tudo são flores.
Eu queria sim, tanto, uma família unida, mais presente, mais colaborativa. Sei que depende de mim também, mas não é suficiente. Nunca é. E quero, sim, um companheiro, alguém para participar comigo das minhas vitórias, dar ombro nas derrotas. Mas precisa ser recíproco.
Amor recíproco deve ser uma das únicas coisas que, ao extremo, não prejudica. Amor, em si, o verdadeiro, em excesso, não deve fazer mal. Acontece que, em mim, transbordo amor, próprio, e para ser compartilhado.
Sei que posso direcionar isso para outros rumos, como praticar o bem visitando asilos, me unindo a projetos que ajudam sem tetos, alimentando pessoas que não tem o que comer. É sério, isso. Mas e minha vontade própria, não conta? É isso, também.
Quando alguém me notar de verdade, e for notado por mim, com reciprocidade, como eu falei, será bom. Não devo ter pressa, tenho tempo, acho eu. Enquanto isso, trabalho, estudo, cozinho, caminho, faço tudo que faria com alguém, por que comigo também vale, e muito. Mas, quando alguém me notar de verdade... Ah!!!
domingo, 1 de abril de 2018
Jogo da Vida
Quando eu tinha entre dez e doze anos, pleno século XXI, eu e minha irmã ganhamos um computador. Aquele equipamento formado por blocos cor "branco encardido" que ocupavam um belo espaço no escritório da casa, rodando o legítimo (ou não) sistema operacional windows 95. Nossa, ficamos extasiados, não esqueço até hoje: havia escurecido há pouco e meu apareceu com aquela caixa que ampliaria nosso lazer e conhecimento. Mas só o computador não era suficiente, tinha que vir com um CD com praticamente todos os jogos do Super Nintendo. Felicidade sem fim.
Essa história e esses jogos por si só poderiam render diversos outros contos nostálgicos que marcaram minha infância, mas acontece que lembrei de algo específico hoje, sem razão aparente. O Jogo da Vida. Esse game que eu nem sei mesmo se chama assim, por que o jogo era todo em japonês, se baseava em caracterizar e nomear quatro bonequinhos estilo lego e colocá-los em um tabuleiro. Visivelmente eles começavam como crianças e com o passar da brincadeira eles iam crescendo e passando por provações.
Episódios escolares, fase da pré-adolescência, amizades, inimizades, relacionamentos amorosos, faculdade, trabalho, casamento, filhos, crises, momentos de felicidade e morte. Tudo acontecia naquele jogo. O mais incrível é que, mesmo sendo em outra língua totalmente diferente, eu e minha irmã conseguimos concluir o jogo, não uma, mas diversas vezes, sempre com fins diferentes. É uma boa lembrança, que me fez pensar nesse jogo durante a minha própria vida, mas que depois de crescer, o CD de jogos estragar ou se perder, eu nunca mais achei esse jogo em lugar nenhum.
Mas aconteceu, há poucas semanas atrás eu achei esse bendito game e fui jogá-lo. Só que o fim da história não é muito interessante, apesar de curioso. Eu não consegui nem passar da fase da escola, eu simplesmente não entendia o que estava acontecendo. As crianças só choravam, e aconteciam situações nada compreensíveis, e o tédio tomava conta daquele momento que era pra ser de pura diversão.
Deixei de lado. Fui cuidar da minha vida. Mas isso ficou na minha cabeça, até o momento em que decidi escrever e refletir sobre o pro quê de aquele jogo não me atrair mais. Seria pelo fato da minha imaginação não estar mais fértil a ponto de que eu precisasse ler aquelas legendas em japonês? Ou só que eu não tenho mais paciência para jogos eletrônicos ou de tabuleiro (salvo o PS4)? É difícil saber, apesar de não ser uma dúvida que me faça entrar em crise existencial.
Além das questões, achei interessante compartilhar como, às vezes, nem a criança interior se mostra presente. Ser ignorante, inocente, generoso, sincero e tantas outras virtudes vão se embora com o passar dos anos. E, com isso, o Jogo da Vida se torna cada vez mais difícil de jogar, mas não menos incrível, apesar.
Essa história e esses jogos por si só poderiam render diversos outros contos nostálgicos que marcaram minha infância, mas acontece que lembrei de algo específico hoje, sem razão aparente. O Jogo da Vida. Esse game que eu nem sei mesmo se chama assim, por que o jogo era todo em japonês, se baseava em caracterizar e nomear quatro bonequinhos estilo lego e colocá-los em um tabuleiro. Visivelmente eles começavam como crianças e com o passar da brincadeira eles iam crescendo e passando por provações.
Episódios escolares, fase da pré-adolescência, amizades, inimizades, relacionamentos amorosos, faculdade, trabalho, casamento, filhos, crises, momentos de felicidade e morte. Tudo acontecia naquele jogo. O mais incrível é que, mesmo sendo em outra língua totalmente diferente, eu e minha irmã conseguimos concluir o jogo, não uma, mas diversas vezes, sempre com fins diferentes. É uma boa lembrança, que me fez pensar nesse jogo durante a minha própria vida, mas que depois de crescer, o CD de jogos estragar ou se perder, eu nunca mais achei esse jogo em lugar nenhum.
Mas aconteceu, há poucas semanas atrás eu achei esse bendito game e fui jogá-lo. Só que o fim da história não é muito interessante, apesar de curioso. Eu não consegui nem passar da fase da escola, eu simplesmente não entendia o que estava acontecendo. As crianças só choravam, e aconteciam situações nada compreensíveis, e o tédio tomava conta daquele momento que era pra ser de pura diversão.
Deixei de lado. Fui cuidar da minha vida. Mas isso ficou na minha cabeça, até o momento em que decidi escrever e refletir sobre o pro quê de aquele jogo não me atrair mais. Seria pelo fato da minha imaginação não estar mais fértil a ponto de que eu precisasse ler aquelas legendas em japonês? Ou só que eu não tenho mais paciência para jogos eletrônicos ou de tabuleiro (salvo o PS4)? É difícil saber, apesar de não ser uma dúvida que me faça entrar em crise existencial.
Além das questões, achei interessante compartilhar como, às vezes, nem a criança interior se mostra presente. Ser ignorante, inocente, generoso, sincero e tantas outras virtudes vão se embora com o passar dos anos. E, com isso, o Jogo da Vida se torna cada vez mais difícil de jogar, mas não menos incrível, apesar.
domingo, 25 de março de 2018
O peso do sonho realizado
São dez horas da noite de um domingo enquanto escrevo sobre como me sinto. Até aí tudo normal se não fosse por um detalhe: um sonho se realizou. Eu consegui um feito e, tudo bem, é recente, mas já sinto um peso enorme de tê-lo conseguido. Parece que realizar alguns tipos sonhos são mais fáceis de realizar do que de manter. Mas não quero dar detalhes do sonho e sim do sentimento.
É quase que uma desconfiança de que aquilo esteja acontecendo, eu me sinto pisando em ovos. Preciso provar a cada segundo, pra mim, pra eles, pra todos, do que sou capaz, mesmo sendo sobre algo que eu sempre quis, pelo qual eu tanto lutei e estudei. Mas aí é que está: Será que eu lutei tanto assim? Eu preciso ser sincero e dizer que não. Tampouco me preparei o suficiente, nem sei se estarei preparado algum dia. Meu Deus!
O que eu preciso fazer para ser o que eu acho que eu devo por achar que sou? Não queria saber a resposta dessa pergunta doida. Mas uma coisa eu volto a repetir: alguns sonhos pesam, muito! Eu não estou desistindo jamais, mas como disse, não sinto que estou disposto a lutar até o fim, digamos que resistirei, sendo o que sou agora e dando meu melhor, mas não o que exigem sem um pingo de companheirismo.
Eu estou disposição da falha, tanto quanto do sucesso. Mas eu estou feliz, por que a vida tem se movimentado e isso até me afastou um pouco daqui (isso não é bom). É que estar sempre ocupado e se esforçando pra melhorar é algo tão atrativo, dentro dos limites do que o corpo e mente aceitam como razoável.
Sem estresse excessivo, sem preocupações desnecessárias, sem medo de que esse sonho seja o único ou o insuperável. Sem raivas e sem rancores. Segurarei esse sonho, o abraçarei, cuidarei, mas sendo eu, sempre.
Espero que dê tudo certo!
É quase que uma desconfiança de que aquilo esteja acontecendo, eu me sinto pisando em ovos. Preciso provar a cada segundo, pra mim, pra eles, pra todos, do que sou capaz, mesmo sendo sobre algo que eu sempre quis, pelo qual eu tanto lutei e estudei. Mas aí é que está: Será que eu lutei tanto assim? Eu preciso ser sincero e dizer que não. Tampouco me preparei o suficiente, nem sei se estarei preparado algum dia. Meu Deus!
O que eu preciso fazer para ser o que eu acho que eu devo por achar que sou? Não queria saber a resposta dessa pergunta doida. Mas uma coisa eu volto a repetir: alguns sonhos pesam, muito! Eu não estou desistindo jamais, mas como disse, não sinto que estou disposto a lutar até o fim, digamos que resistirei, sendo o que sou agora e dando meu melhor, mas não o que exigem sem um pingo de companheirismo.
Eu estou disposição da falha, tanto quanto do sucesso. Mas eu estou feliz, por que a vida tem se movimentado e isso até me afastou um pouco daqui (isso não é bom). É que estar sempre ocupado e se esforçando pra melhorar é algo tão atrativo, dentro dos limites do que o corpo e mente aceitam como razoável.
Sem estresse excessivo, sem preocupações desnecessárias, sem medo de que esse sonho seja o único ou o insuperável. Sem raivas e sem rancores. Segurarei esse sonho, o abraçarei, cuidarei, mas sendo eu, sempre.
Espero que dê tudo certo!
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
Eu nunca ... até hoje
Eu nunca fui pedido em namoro,
Nem nunca me pediram um palpite
Acredite
Nunca me roubaram um beijo,
Nem nunca me chamaram pra dançar
Pode acreditar
Eu nunca ganhei uma festa surpresa,
Nem nunca uma loucura me fizeram, por amor
Entenda isso, por favor
É difícil admitir que tenho muitos nunca,
Logo eu, que faço questão de o 'nunca' não dizê-lo
Mas mesmo para eliminá-lo, o cuido com zelo
Nunca uma música ou poema foram compostos pra mim
Mas escrever, pra muitos, eu já o fiz
Eu merecia tudo isso e por não ter desabei e me refiz
Eu nunca me arrisquei à uma viagem ao exterior
E também nunca me chamaram do nada pra trabalhar
É sempre eu, eu e eu que preciso ir atrás
Até hoje, estes e outros nunca me assolam, queria bani-los
Que sabe amanhã? Carpe Diem
Nem nunca me pediram um palpite
Acredite
Nunca me roubaram um beijo,
Nem nunca me chamaram pra dançar
Pode acreditar
Eu nunca ganhei uma festa surpresa,
Nem nunca uma loucura me fizeram, por amor
Entenda isso, por favor
É difícil admitir que tenho muitos nunca,
Logo eu, que faço questão de o 'nunca' não dizê-lo
Mas mesmo para eliminá-lo, o cuido com zelo
Nunca uma música ou poema foram compostos pra mim
Mas escrever, pra muitos, eu já o fiz
Eu merecia tudo isso e por não ter desabei e me refiz
Eu nunca me arrisquei à uma viagem ao exterior
E também nunca me chamaram do nada pra trabalhar
É sempre eu, eu e eu que preciso ir atrás
Até hoje, estes e outros nunca me assolam, queria bani-los
Que sabe amanhã? Carpe Diem
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